Lição 3 – Meditações sobre a lei

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Vamos lá, seja honesto: você já se perguntou, vez ou outra, se isso de guardar o sábado é mesmo necessário ou se apenas faz parte da absorção de uma tradição judaica. A pressão pode piorar um pouco mais quando somos indagados sobre a validade do sábado após a vinda de Jesus ou quando somos acusados de seita porque insistimos em defender a legitimidade do descanso sabático ainda nos dias atuais.

Ocorre que, quando você vai para a Bíblia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamentos, são encontradas evidências de que o sábado é mais que um item da Lei. Contudo, se o sábado fosse apenas um item da Lei, ainda assim, fazendo parte dos Dez Mandamentos, deveria ser respeitado como os outros nove.

Mas não se trata apenas da Lei. Jesus mesmo nunca questionou o sábado da Lei, porém, Ele precisou nos ensinar a santificar esse dia sagrado. Isso significa que não há dúvida sobre qual é o dia verdadeiro de descanso, isto é, o sétimo dia da semana, mas, sim, em como ele deve ser guardado. Jesus nunca disse que o dia era outro, mas ensinou a desfrutá-lo corretamente e sem ferir a adoração.

Precisamos entender muito bem isso porque há um fator escatológico, ou seja, sobre o fim dos tempos, que se relaciona diretamente com a nossa concepção sobre o dia de guarda e como deve ser feita essa pausa.

Chegará o dia – e tudo caminha para isso – em que todos concordarão com a pausa semanal para benefício, possivelmente do planeta, da família, da saúde pessoal e outras motivações. Não haverá dúvida sobre como guardar esse dia; o problema estará em que dia será esse.

Aproveite esta semana para entender que qualquer tentativa de desprezo ao quarto mandamento é tentar decidir por Deus o que é e o que não é ultrapassado em Suas ordenanças. Cuidado com o golpe!

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Sobre o autor

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Jornalista, editora da ComTexto. Mestre em ciência e pós-graduada em Teologia

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