A sexta-feira terminou em silêncio. Jesus estava morto, e Seu corpo havia sido colocado numa sepultura. Veio o sábado e, enquanto Ele descansava no túmulo, Seus seguidores carregavam uma dor difícil de descrever. As esperanças estavam no chão. Tudo aquilo em que haviam acreditado parecia ter terminado numa cruz.
O problema é que eles enxergavam apenas o que estava diante dos olhos. Não compreendiam o que acontecia nos bastidores. As profecias estavam nas Escrituras, e o próprio Jesus havia avisado que morreria e ressuscitaria. Mas a tristeza pode embaçar a memória e dificultar a compreensão.
Então chegou o domingo. Algumas mulheres foram ao túmulo e encontraram a pedra removida. O corpo não estava lá. E ouviram a melhor notícia já anunciada neste mundo: “Ele não está aqui, mas ressuscitou.”
Tudo mudou!
Jesus apareceu aos discípulos. Falou com eles e comeu diante deles, deixando claro que não era um espírito nem uma visão. Estava vivo! No caminho para Emaús, acompanhou dois seguidores desanimados que, sem reconhecê-Lo, contaram-Lhe suas frustrações. Então Jesus percorreu as Escrituras e mostrou como as profecias apontavam para Ele. Mais tarde, os dois resumiram aquela experiência: “Não é verdade que o nosso coração ardia no peito, quando Ele nos falava pelo caminho, quando nos explicava as Escrituras?” (Lucas 24:32).
A Bíblia ainda faz isso. Quando a estudamos para encontrar Jesus, o coração se aquece e a esperança renasce.
Depois de descobrir que Cristo estava vivo, aqueles discípulos não conseguiram guardar a notícia para si. Correram para contar aos outros. Isto é testemunho: compartilhar uma verdade que transformou nossa vida.
A ressurreição garante que a morte não teve nem terá a última palavra. Jesus venceu! E, porque Ele vive, mesmo diante das nossas sextas-feiras mais escuras, sabemos que o domingo virá.