Sacrifício vivo e santo

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A frase do grande psiquiatra suíço Carl Jung – “Nascemos originais e morremos cópias” –, de certa forma, evidencia o cuidado que temos que ter com os conteúdos com que alimentamos nossos pensamentos, afinal, nossos pensamentos ajudam a constituir quem vamos nos tornando. Quando nascemos, temos um “HD” praticamente zerado, pronto para ser preenchido com histórias, experiências, sensações, melodias, filosofias, fragrâncias, cores e uma série de outras memórias. Tudo isso ajuda a formar nossa cosmovisão – as lentes conceituais através das quais vemos o mundo. A forma como reagimos às experiências da vida e como nos comportamos nas mais diversas situações, além de sofrer influência do inconsciente, é em grande medida ditada por essa cosmovisão.

Infelizmente, neste mundo de pecado, junto com bons conteúdos vem também muito lixo. Muita coisa não alinhada com Filipenses 4:8. O que fazer, então? Seguir o conselho de Paulo em Romanos 12:2, evitando tudo aquilo que, em lugar de edificar, poluem os pensamentos; e renovando a mente por meio da Palavra de Deus. Se você alimentar constantemente seus pensamentos com bons conteúdos, com o estudo diário da Bíblia, o que há de ruim será jogado para e mantido na “lixeira” do “HD”.Lembre-se: “Nascemos originais e morremos cópias”, ou, como disse uma famosa senhora do século 19: “Somos transformados pela contemplação.” O que você tem contemplado? De que ou de quem você tem sido cópia?

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Sobre o autor

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Pastor, jornalista, editor da revista Vida e Saúde e editor associado da ComTexto

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