Lição 9 – O Sacrifício Perfeito

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No Império Romano, cruz era sinônimo de vergonha e dor. Um dos mais cruéis instrumentos de tortura e morte, designado para os piores criminosos. Inocente, sem culpa nem pecado, Jesus foi submetido a essa execração pública e morreu no madeiro – em poucas horas, diferentemente dos demais crucificados, que podiam ficar dias morrendo aos poucos; Ele morreu rapidamente porque suportou um fardo e uma angústia que ser humano nem anjo algum jamais entenderá. O coração do Filho de Deus explodiu de dor. Jesus poderia, com um piscar de olhos, com apenas um simples pensamento, voltar ao Céu e deixar a humanidade colher os frutos de suas escolhas. Ele poderia sair da cruz e deixar de sentir o desespero da separação do Pai, mas não fez isso. Ele foi até o fim por amor (João 3:16). Com o passar dos anos, o instrumento de tortura formado por duas hastes de madeira acabou se transformando no maior símbolo do cristianismo; um lembrete de até onde nosso Deus esteve disposto a ir – e foi! – para nos salvar.

Não é à toa que na carta dos Hebreus Paulo exalte tanto a cruz e o sacrifício de Jesus nela. Assim como Cristo é o perfeito cordeiro de Deus que de fato tira o pecado do mundo (João 1:29), a cruz é o verdadeiro altar de holocausto do santuário celestial. Por causa dela e do que foi feito nela podemos nos achegar com confiança junto ao trono da graça (Hebreus 4:16) em busca de perdão.

Sejamos gratos a Deus pela cruz e pelo sacrifício perfeito de Jesus.

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Sobre o autor

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Pastor, jornalista, editor da revista Vida e Saúde e editor associado da ComTexto

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