Lição 8 – Diferenças Conjugais

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Pode-se ler a Bíblia Sagrada de capa a capa e não será possível encontrar um versículo sequer sugerindo que exista outro sexo além do feminino e do masculino. No segundo capítulo de Gênesis, o casamento original e normativo é apresentado como a união abençoada (matrimônio) entre um homem e uma mulher (Gênesis 2:24), o que é reafirmado por Jesus (Marcos 10:7) e pelo apóstolo Paulo (Efésios 5:31), no Novo Testamento. É exatamente por isso que alguns cristãos, a fim de sustentar sua visão a respeito da “identidade de gênero”, precisam reescrever, adaptar ou relativizar os preceitos bíblicos, geralmente minimizando a importância do relato da criação ou até mesmo alegorizando-o (http://link.cpb.com.br/ae19b8). Assim, nesse tipo de concepção, Adão e Eva seriam personagens mitológicos, e quando Moisés e Paulo condenam certas práticas sexuais como abomináveis, estariam apenas refletindo padrões culturais de seu tempo. Mas é bom lembrar que Paulo, em 1 Coríntios 6:9, referindo-se aos últimos dias e não apenas ao seu tempo, faz uma lista de pecados que deixarão fora do reino de Deus muitas pessoas.

Na lição da semana passada, estudamos a igualdade ontológica entre mulher e homem. Ambos foram criados à imagem de Deus e são essencialmente iguais, com o mesmo valor intrínseco diante do Criador. Nesta semana, por outro lado, estamos estudando as diferenças que marcam a feminilidade e a masculinidade.

Quando Adão contemplou Eva pela primeira vez, imediatamente percebeu que se tratava de um ser da mesma natureza dele (osso de seus ossos e carne da sua carne [Gênesis 2:23]), o que a diferenciava das demais criaturas – sem qualquer espaço para ideias evolucionistas de ancestralidade animalesca. Mas é óbvio que ele não pôde deixar de notar, também, as diferenças evidentes entre ela e ele – diferenças que seriam justamente responsáveis pela complementaridade do casal; diferenças que, unidas, representavam de modo maravilhoso as próprias características do Criador e promoveriam a continuidade da vida.

Portanto, se quisermos ser bons homens e boas mulheres, precisamos nos espelhar em nosso Pai celestial. Mantendo comunhão íntima com Ele, chegaremos à plenitude daquilo que Ele nos criou para ser.

Leia o texto a seguir e perceba como as diferenças entre homem e mulher são evidência de um tremendo design inteligente e intencional (http://link.cpb.com.br/92a1c6) . Este vídeo também pode lhe ser útil (http://link.cpb.com.br/760b3a)

Viva a igualdade e viva as diferenças!

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Sobre o autor

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Pastor, jornalista, editor da revista Vida e Saúde e editor associado da ComTexto

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