Lição 6 – Dualidade Conjugal

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Sabe aqueles pensamentos aleatórios que ninguém, além de você, teve ou está tendo? Então, a tirinha desta semana brinca com esta ideia. A personagem está pensando em algo muito profundo, que dificilmente chamaria a atenção de outros jovens, e tentando encontrar uma solução para algo aparentemente sem lógica. Ninguém, absolutamente ninguém, até então, está interessado no que ela está interessada.

Assim, a tirinha surge com o objetivo de aguçar também a sua compreensão sobre a trindade, além de propor um paralelo entre a unidade de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, e o relacionamento dual entre marido e mulher – capaz de gerar outra vida.

Pensemos nisso como um tipo de interseção e interdependência. Cada um na sua esfera e com suas caraterísticas; porém todos unidos num mesmo propósito.

O tema dualidade conjugal tem que ver com duas pessoas numa mesma direção, num mesmo sentido e num mesmo espírito, como uma via de mão dupla (uma via dual) de amor e serviço. Mas isso é muito mais difícil do que imaginamos, principalmente porque nossa natureza é extremamente egoísta.

Felizmente, temos como modelo a trindade, que nos oferece uma matemática específica para a sexualidade bíblica. Para nós, seres humanos, a trindade é um mistério, bem como é um mistério viver a individualidade e a unidade conjugal em harmonia.

O desafio de duas carnes se tornarem apenas uma é algo que começa no altar, mas perpassa toda a relação. Infelizmente, por muitas razões, alguns desistem no meio do caminho. E é por isso que a lição desta semana aborda bons e maus exemplos, a fim de que possamos ser orientados.

No final das contas, você perceberá que para o casal se tornar realmente um é preciso inserir mais um elemento na equação: Jesus. Já pensou em fazer da sua vida conjugal uma réplica familiar da trindade? Pense nisso!

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Sobre o autor

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Jornalista, editora da ComTexto. Mestre em ciência e pós-graduada em Teologia

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