Lição 9: Evidências da ressurreição | Apologética

0

A ressurreição de Jesus é o fato central da fé cristã. O apóstolo Paulo foi direto: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé” (1Co 15:14). O cristianismo não se sustenta apenas em ensinamentos morais, mas em um acontecimento histórico: um túmulo que ficou vazio.

Diferentemente dos túmulos de outros líderes religiosos, que permanecem fechados e venerados, o túmulo de Jesus não guarda Seus restos mortais. Ele está vazio. E isso não é detalhe simbólico, mas reivindicação concreta. A ressurreição é também a garantia da nossa esperança: se Ele venceu a morte, poderá e irá ressuscitar aqueles que creram Nele.

A narrativa não tem aparência de lenda cuidadosamente construída. Pelo contrário: se fosse invenção, teria sido muito mal inventada. Em uma cultura na qual o testemunho feminino não tinha valor legal, os evangelhos colocam como primeira testemunha ninguém menos que Maria Madalena – uma mulher anteriormente possuída por demônios. Seria um verdadeiro “tiro no pé” apologético. Além disso, o fato de ela inicialmente confundir Jesus com um jardineiro é um detalhe constrangedor e desnecessário para quem quisesse fabricar uma história convincente.

O corpo de Jesus jamais foi apresentado, embora fosse do total interesse das autoridades judaicas e romanas exibi-lo para sufocar o movimento nascente. Incapazes de fazê-lo, espalharam a versão improvável de que discípulos desarmados teriam vencido guardas romanos treinados e roubado o corpo. Essa foi a verdadeira “fake news”.

Some-se a isso a transformação radical dos discípulos: antes medrosos e escondidos, tornaram-se testemunhas ousadas, dispostas a sofrer e morrer. Ninguém entrega a própria vida por algo que sabe ser mentira. Algo poderoso aconteceu. Eles afirmavam ter visto Jesus vivo – e essa convicção mudou a história!

Compartilhar.

Sobre o autor

Pastor, jornalista, editor da revista Vida e Saúde e editor associado da ComTexto

Deixe um comentário